Escrevo, confesso

Olá! Depois de duas semanas sem post meu, cá estou! Espero que gostem!

Escrevo, confesso

Parado, frente ao papel
A pena segura na mão
Frente a mim, a beleza do céu
Aqui dentro uma dor no coração

De escrever, a vontade existe
À própria alma olha fundo
Por isso sua inspiração não persiste
Permanece em torpor profundo

A ela, com suas trovas, serviria
Por quanto tempo fosse preciso
Feliz por ela morreria
Mesmo que não houvesse motivo

Eu escrevo, vos confesso
Mas apenas apoio a pena
Ela trabalha sozinha e apenas peço
Deixe-a trabalhar de maneira plena!

1 comentários:

Patrícia disse... / 1 de novembro de 2010 17:01  

=) nho... pareceu tão triste ;x mas bonito!!
a poesia sentiu o eu lirico :D e o leitor a poesia (posso ter viajado mas...=P)

adoguei ^^ huhu!

bjuu manim