A mulher que eu amo

Olá! Segunda é dia de poema! Tudo bem que segunda passada não teve, a culpa foi de um congresso que eu estava participando e me ocupou todo o tempo. Hoje, voltei! O poema é quase uma música sem versos, eu pelo menos imaginei assim. Espero que gostem.

A mulher que eu amo

A mulher que eu amo
Tem a pele tão clara
Alva como o sol da manhã
Como o mármore de carrara

A mulher que eu amo
Tem os olhos azuis
Puros como água da fonte
Azuis como duas novas safiras

A mulher que eu amo
Tem os cabelos tão negros
Belos como a lua tão cheia
Negros como noite sem luar

A mulher que eu amo
É bela, só ela é tão bela
Linda como o sol
Paciente como a lua

A mulher que eu amo
Causa inveja em Afrodite
É ela a senhora do amor
E de todo o meu ser

A mulher que eu amo
É tão bela como joia recém-descoberta
Mas, de fato, isso não importa
Amo apenas o ser

A mulher que eu amo
É inteligente e pura
Tão límpida como o céu sem nuvens
Tão cristalina quanto a água

A mulher que eu amo
Sim, é por isso que a amo
É mais bela que tudo
É mais bela que todos

A mulher que eu amo
É criatura incrível
Como o sol radiante
Esquecê-la é impossível

A mulher que eu amo
É pura e perfeita
É a mais bela que existe
E com essas trovas ela há de me notar...

E então? Que acharam? Comentem!

1 comentários:

Patrícia disse... / 16 de novembro de 2010 17:57  

*-* owwwnt

Ler este poema foi igual beber um copo d'agua gelada em um dia quente ;x
ok...não foi uma boa comparação...mas foi a melhor que eu pensei.

Ah! *-* mt lindo também... nhoooi =D

bju manim