Morbidez

Nossa... Quanto tempo faz que não posto aqui no Escritos Digitais?
Felizmente, estou com um computador novo, uma máquina muito boa gente.
E, por isso, posso voltar a postar.
Como disse em meu último post, meus poemas mudaram um pouco. Resolvi entrar, definitivamente, para o mundo das rimas.
Espero que gostem desse novo estilo.

Falemos, então, do que de fato interessa... O poema de hoje chama-se Morbidez. Escrevi numa semana meio tenebrosa que houve nesse tempo que estive longe da internet, fatos e mais fatos. Todavia, uma palavra usada nele não deve ser de conhecimento geral, por isso, agora eu a explico.

No primeiro verso é falado do ceifeiro, mas o que exatamente ele é? Segundo lendas, o ceifeiro é aquele espírito responsável por fazer a transição das almas deste mundo para o outro. Teoricamente, quando chega a hora, é ele que nos leva. Eu ia colocar um link direcionando a algum site que eplica melhor, todavia, em minha breve googlada pesquisa não encontrei nenhum.

Bom... Vamos ao poema.

Morbidez

Ó glorioso ceifeiro elementar,
Que tem a capacidade gloriosa
De desta terra retirar
Essa alma dolorosa
Alma que está agora a implorar

Leva essa alma dolorosa
A qual está a suplicar
Leva essa alma chorosa
Que nesta terra não pode amar
Nem viver uma vida mais gostosa

Ó glorioso ceifeiro elementar,
Tira essa alma desta terra tenebrosa
De grandes lamentações feito mar
Livre-me desta tristeza horrorosa
Acabe de vez com o infeliz que não pode amar

Espero que gostem, comentem!

4 comentários:

Mateus Spessotto disse... / 28 de dezembro de 2009 19:29  

muuuuito massa véi
gostei de verdade :D

Patrícia disse... / 28 de dezembro de 2009 20:08  

Nossa... De todos os poemas que você já escreveu este foi o que eu mais gostei. o/
Estranho não?!... por se tratar de um desejo teoricamente "triste"!
Ele me fez refletir sobre "aquele pensamento" que parece ser a melhor saída quando tudo parece estar perdido... para mim, apenas uma ilusão que todos já passaram ou passarão em algum momento da vida.
=D BjoO maninhoo!!

Lari Maciel disse... / 30 de dezembro de 2009 05:31  

*_______________* nossa, juão, mto bom :D

Déborah disse... / 31 de dezembro de 2009 09:56  

AH jao, adoreei :D
mesmo sendo um poema meio triste :~
beeeijos :*